Após baixa de mais de um ano, bancos de investimento começam a fazer projeções de crescimento das ações IPOs e avaliam que o mercado de capitais voltará a ficar aquecido a partir de novembro.
Diretamente influenciada pelo resultado das eleições gerais, os bancos de investimentos que atuam no Brasil estimam haver grande potencial de crescimento de ofertas de ações (IPOs, na sigla em inglês), que podem movimentar mais de R$ 60 bilhões durante todo ano de 2023.
Após seca no mercado, com 109 desistências entre 2020 e 2021 devido às incertezas desencadeadas por dificuldades macroeconômico como pandemia, tensões geopolíticas globais, juros em alta para combater inflação e pelo próprio calendário eleitoral brasileiro.
Durante o ano de 2022 tivemos R$ 52 bilhões em 14 ofertas de ações precificadas no Brasil desde janeiro. Os bancos de investimento veem espaço para até 35 operações durante o próximo ano, entre IPOs e oferta subsequente de ações (follow-nos).
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Empresas da economia real, principalmente as ligadas a commodities, estão entre as apostas do setor para voltarem a se financiar via bolsa. Empresas de tecnologia, de acordo com previsão tendem a demorar mais para a retomada do fluxo de antes da crise no mercado.
O Brasil deverá receber parte relevante dos fluxos para países emergentes de investidores internacionais, acima do que já vimos este ano, somando +R$ 70 bilhões de investidores externos.
“Assumindo um cenário mais estável da perspectiva macro, estamos otimistas com o mercado de capitais. Além de um mercado melhor para ofertas secundárias, vemos também oportunidades para novas empresas acessarem a bolsa após as eleições e principalmente em 2023”.
Vítor Saraiva, Head of Equity Capital Markets na XP Inc.
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